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Mostrando postagens de março, 2010

HERANÇA DE UM ESTRANHO - PARTE I

  CONCEPÇÃO CAPITULO I – O TEXTO Como começou? Qual foi a primeira centelha que deu início a essa aventura? Que sensações e impressões, que de maneira quase inconsciente, me direcionaram e serviram de bússola que orientou essa deliciosa, mas também angustiante viagem? Angustiante, sim, porque quando nos lançamos dentro desse processo criativo, ou em qualquer processo criativo, temos somente  impressões amorfas, como cores, texturas e por aí vai; - fiquei mais tranqüilo quanto a isso quando li um texto do Diretor Peter Brook, que aliás recomendo. Mas, vamos ao primeiro contato com o texto, - origem de tudo, ou culpado por tudo. Não sei explicar muito bem o que me atraiu no texto, e que tipo de sensações e questões foram despertadas quando o li pela primeira vez. Fiquei incomodado com seu conteúdo, isso: - incomodado. Mais adiante, quando falar a respeito do seu conteúdo, vocês compreenderão esse incômodo. Acho que foi em 1985... Faz tempo... eu estava freqüentando uma igr...

INTENSIVÃO TEATRAL - COMO CHEGAR

Sei que tem muita gente que não conhece Niterói. Bom, para vocês que não são da "terrinha", segue o mapa (link) para chegar ao local da Oficina. Uma forma fácil de chegar é pegar o ônibus 49 da viação Ingá, que para bem em frente á Estação das Barcas da Pça Araribóia, passear pela orla de Icaraí, e pedir para descer na esquina das ruas Mariz e Barros com Gavião Peixoto. Então, é só procurar pelo número 374. Fácil! Abç Exibir mapa ampliado
"O fim da arte inferior é agradar, o fim da arte média é elevar, o fim da arte superior é libertar." Fernando Pessoa Missal Weingarten, iluminura sobre pergaminho, cerca de 1210, 29,2x20,3 cm, Pierpoint Morgan Library, NY

HERANÇA DE UM ESTRANHO - PEÇA DEBATE

Ouvi  falar que relembrar é viver...bom, olhando as fotos desse espetáculo fiquei muito tentado em relembrar...e voltar a viver essa experiência que foi um desafio e tanto!  Vou começar a contar como foi que chegamos, - e até hoje me pergunto como - a fazer um trabalho que, por sua natureza, efêmero, mas que continua vívido em nossas lembranças. Digo nossas, porque contei com dois grandes GUERREIROS, - ou seriam dois maravilhosos loucos? Loucos sim, por aceitarem a proposta de um outro louco...rsrsr...esse trabalho não seria possível sem vocês, meus queridos Marcos Armond e Wanessa Machado. Vou contar nossa história em capítulos...para ficar mais interessante. Do primeiro contato com o texto original, do Pastor Israel Belo de Azevedo, intitulado "OS DOZE", até a sua estréia em outubro de 1999. Fiquem de olho no blog. A cada semana um novo capítulo da nossa aventura teatral. Abç